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Tokenização com a plataforma inteira junto.

O investidor compra ativos tokenizados numa carteira comum, com a sua marca,
e cada emissão e transferência fica registrada
em blockchain, conciliada com a mesa.

O que vem na plataforma

Quatro módulos. Uma operação.

Tudo roda sobre a mesma base: cadastro, mesa, pagamentos e carteira. Você liga o que a sua operação usa.

Smart contracts.

Cada fração do ativo vira um token com contrato próprio.

  • Token por fração do ativo
  • Contrato inteligente próprio
  • Registro em blockchain pública
  • Trilha consultável
Token ligado ao cadastro.

O token conversa com o KYC do investidor.

  • Vínculo com o cadastro
  • Transferências com regra
  • Posição igual ao registro
  • Histórico de cada token
Oferta privada ou pública.

O mesmo token, dois caminhos de distribuição.

  • Vitrine fechada por convite
  • Oferta pública pela CVM 88, com parceiros regulados
  • Subscrição e pagamento
  • Mesma mesa, mesmo cadastro
Carteira integrada.

O investidor vê uma carteira comum, sem jargão de cripto.

  • Posição e proventos
  • Extrato de transferências
  • Documentos do ativo
  • Mesma marca do cliente
Como funciona

Do ativo ao token, sem perder o controle.

A tokenização entra quando a operação pede registro digital. O investidor continua vendo uma carteira comum, e a mesa continua aprovando o que precisa aprovar.

Perguntas

O que perguntam antes de fechar.

Se a sua dúvida não estiver aqui, fale com o time.

Em qual blockchain o token fica?

Em blockchain pública, escolhida conforme a operação.

Tokenizar muda o risco do ativo?

Não. O token é a forma de registrar o ativo. O risco continua sendo o do ativo por trás dele, como o crédito ou o recebível, e é isso que o investidor analisa.

O investidor precisa entender de cripto?

Não. Ele vê uma carteira comum, com posição, proventos e documentos.

O token pode ir para oferta pública?

Pode. O token não é uma criptomoeda: ele representa um título de investimento e segue as regras da CVM como qualquer oferta. A oferta pública é feita por plataforma ou instituição autorizada pela CVM, pelo crowdfunding (Resolução CVM 88) ou pela oferta com coordenador (Resolução CVM 160). A Opéro entrega a tecnologia, em conjunto com parceiros regulados.

A plataforma é white label?

Sim. A carteira, a vitrine e o extrato levam só a sua marca, no seu domínio. A Opéro fica por trás, nos smart contracts e na plataforma.

Plataformas Opéro

Cinco plataformas, uma mesma base.

Cadastro, mesa, pagamentos e carteira são os mesmos. Dá para começar por uma e ligar outra depois.

Vamos construir a sua operação.

Conte como o dinheiro anda hoje. A gente volta no mesmo dia útil.

ou escreva para contato@opero.finance